Saramago é nome de erva daninha. Se viçosa alimenta os porcos, depois de seca dá estrume!
Coerência… coincidência!
Anedotado!
Saramago é nome de erva daninha. Se viçosa alimenta os porcos, depois de seca dá estrume!
Coerência… coincidência!
Anedotado!
Li o livro “O Que os Ricos Sabem e Não Contam” de Aitor Zárate.
A certa altura este autor advoga a temperança, a parcimónia ou a poupança: gastar apenas o necessário e não por ostentação ou impulso.
Qualquer Cristão deve seguir esta regra!
A diferença é que Aitor Zárate faz deste conselho uma das condições para se ficar rico.
Na “cartilha” cristã esta regra serve para se fazer “pobre”.
No primeiro caso o que sobeja é para investir, para obter mais e mais dinheiro, para capitalizar…
No segundo é suposto ser para repartir, para ajudar quem precisar, para pôr ao serviço do bem comum…
Estranhamente os extremos tocam-se, embora com forças contrárias!
Comentado!
Ia eu no comboio matinal do costume quando entram vários adolescentes a conversar animadamente.
Uma adolescente sai-se com esta arreigada convicção:
“Eu sou católica não praticante, mas não acredito em Deus!”
Na verdade não podia ser menos praticante! – Digo eu.
Esta seria uma anedota divertidíssima, se não fosse real!
Em tempos ouvi esta frase a um sacerdote.:
“Andam por aí muitos ateus revestidos por um fino verniz cristão”!
Já não me lembro quem era esse sacerdote mas a frase ficou-me na memória. E neste caso aplica-se!
Infelizmente…
Comentado e (tristemente) Anedotado!
A Humanidade é uma espécie gregária – vive em grupo: em Família, na escola, no trabalho; organizou-se em múltiplos grupos políticos, sociais, militares, económicos ou religiosos.
Estas organizações existem porque nós, seres humanos, precisamos uns dos outros e somos mais felizes se nos ajudarmos mutuamente.
Ao longo da História da Humanidade Deus foi-nos apresentando o Seu projecto. Um plano tão grande e importante que Deus começou por escolher apenas um povo. Fez uma aliança com Abraão e dele fez nascer o povo de Israel, o Povo eleito.
Mas o Projecto de Deus é de tal modo importante que Deus nos envia o Seu Filho, Jesus Cristo.
Com Jesus este o plano de Deus atinge a sua plenitude, torna-se universal!
Em Jesus deixamos de ser um povo e tornarmo-nos uma grande Família: somos os Filhos de Deus.
Um privilégio que nos esteve destinado “ainda antes do mundo existir” (cf. Ef 1, 4-5) e que tantas vezes nos esquecemos que é de todos e não apenas dos Crentes.
A estes cabe a missão de transmitir a todos esta Boa Notícia.
A nossa Felicidade está em fazermos a vontade de Deus:
Obrigado Senhor Deus, nosso Pai, pelo amor que tens por nós e por nos teres enviado o Teu Filho Jesus Cristo.
Comentado!
Cristãos, Judeus e Muçulmanos têm em comum o Deus de Abraão, um Deus Único, Todo-poderoso e Criador…
Apesar destes pontos comuns temos modos diferentes de “ver” o nosso Deus.
Uma das maiores diferenças está na proximidade com Ele: Para Judeus e Muçulmanos Deus é um ser distante, temível até!
Nós, Cristãos, somos privilegiados: não somos servos, criaturas ou adoradores…
Estamos muito mais próximos…
Quando os discípulos pediram a Jesus para os ensinar a rezar, Ele não lhes recitou o “Shemá Yisrael”! Ensinou-lhes o “Pai Nosso” (cf. Lc 11, 1-4).
Somos filhos…
Filhos de Deus!
Obrigado Senhor!
Nós tratamos tão mal o Deus que nos quer tão bem! Um Deus que não é só Pai, é mais que Mãe!
Comentado!